Muito já se disse sobre as limitações frustrantes do cérebro
humano, em cujo interior penetram apenas dados filtrados pelo pente fino dos
cinco sentidos, os quais, longe de significar uma vantagem intelectual,
impedem a entrada de muitíssimas sapiências e informações, todas úteis e
necessárias à caminhada de um animal racional sobre a face da Terra, um planeta
afinal “perigoso e perdido num quintal do cosmos”. Entretanto, este dado da
limitação dos 5 sentidos agora conta com um aliado forte em defesa de sua
argumentação, e por sua precisão e contundência, esta Escola vem de sugerir sua
assistência, não apenas para seus alunos, mas para o público em geral. Trata-se de
um sensacional vídeo acerca do assunto, o qual aborda, além do tema
supracitado, uma série de outras informações riquíssimas sobre a mente humana,
abrindo horizontes para a visão da imensa deficiência cognitiva de nossa
estrutura ontológica, inobstante este mesmo dado prove o quanto já avançamos
nesta estarrecedora constatação. O leitor interessado deve assistir ao
excelente vídeo clicando NESTE
link, escutando-o com toda a atenção que ele merece.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Cérebro também aprende dormindo
Pesquisa da BBC mostra que Dr. “T” estava certo
Recente pesquisa divulgada na Inglaterra (veja NESTE link) vem lembrar que Dr. “T” estava certo. Dr. James “T” Mangan, grande fundador da "Nation of Celestial Space" ou simplesmente “Celestia”, deixou claro em seu bombástico livro “O segredo da vida abundante” que nosso cérebro aprende pelos mais diversos meios, inclusive através do sono, sem qualquer participação do “eu-consciente”. É como se o objetivo maior da criação (“aprender”, segundo o poeta Costa Matos) tivesse sido encomendado por Deus com tamanha antecedência e interesse que o Criador nem sequer fez questão de distinguir EM QUÊ ou ONDE o aprendizado entraria, como se a natureza inteira fosse uma grande Escola e seus átomos seus professores! Ou seja: isto é a verdadeira “pan-Educação” no mais refinado sentido!. E mais: Mangan explica com maestria e minúcia o quanto a mente inteira, sobretudo por meio DOS SONHOS, acumula vasta rede de conhecimentos universais, de tal modo que se uma pessoa morresse sem jamais ter podido mover os braços e as pernas (tendo passado a vida inteira numa cama), ainda assim sairia da vida com uma grande bagagem cognitiva, a ponto de o Juízo de Deus poder lhe arguir, sem qualquer omissão, acerca de suas razões pessoais e implicações do que aprendeu. É a prova de que quando a Bíblia diz que TODOS compareceremos perante o tribunal de Cristo (2 Co 5,10), não haverá para Deus nenhuma dificuldade de dialogar com as almas (inclusive cobrando-lhes responsabilidades) e ninguém será culpado ou salvo sem que uma boa explanação recíproca não seja apresentada (É isto que aponta Isaías 43,26).
sábado, 15 de setembro de 2012
Caso prova que saúde mental independe do estado do cérebro
Ao contrário do que se sabia acerca do cérebro humano, a
saúde mental não está necessariamente ligada à higidez ou perfeição encefálica, podendo
existir em condições precárias ou insuficientes, “dentro de um mínimo de espaço
de atuação de Deus, onde o Espírito Santo possa atuar e falar”. Isto ficou
provado no episódio do operário que teve o crânio trespassado por um vergalhão
numa obra no Rio de Janeiro (veja NESTE
link) [coisa que estranhamente quase se repetiu aqui],
cujo estado final, de absoluta saúde física e mental, provou que maior é aquele
que está em nós do que aquele que está no mundo. É óbvio que não pensamos que o
espaço físico dos neurônios e dos miolos seja o lugar onde o
Espírito de Deus age no interior da mente humana, porque o Espírito é espírito
e não precisa de espaço algum, assim como os verdadeiros adoradores não precisam
de templo (Jo 4,20-24). Além do mais o Espírito sopra aonde quer (Jo 3,8) e não
há um lugar onde não possa ir, como sabemos por nosso Credo Escatológico (Salmo
139,7-10). Isto pode dar margem a algumas conclusões estarrecedoras: (1a)
Fetos anencéfalos podem ter uma chance de viver normalmente no meio da
sociedade, o que torna o seu aborto um assassinato como outro qualquer; (2a) A
morte do coração ou mesmo do cérebro pode não corresponder à morte do
indivíduo, e por isso a doação de órgãos deve ser revista com cuidado; (3a) A
localização da consciência pode não estar no cérebro ou ter uma localização
“flutuante”, dependendo do tempo que resta para o cumprimento da missão
determinada pela vontade de Deus; (4a) E outras a pensar, como a da
inteligência animal e a da Evolução das Espécies. Finalmente, o que devemos ter em mente é a conversão de entrega total do coração a Cristo, pois este é o único processo onde o homem passa a ser, milagrosamente, uma parte "viva" da mente de Deus, e por isso não mais vive ele, mas Cristo nele vive.
domingo, 9 de setembro de 2012
Por que somos obrigados a dizer que temos uma igreja?
Uma das piores condições da
ignorância e presunção daqueles que são membros das chamadas “igrejas
pós-modernas”, sobretudo das neo-pentecostais atreladas à teologia da
prosperidade, é a intransigência intolerante para com quem não estiver
devidamente “engajado” à vida religiosa dos templos de uma denominação. Tais
indivíduos, usuários de viseiras eclesiais, engoliram sem qualquer exame
lógico, apenas as razões de quem freqüenta templos, e não outras, que podem ser
tão grandes ou maiores do que as deles para não estarem engajados. A decadência
e o descaso com a Educação, tanto em estrito quanto em lato senso, que nós
mesmos há décadas acusamos como responsáveis pelo estado simiesco das mentes
pós-modernas (que gerou um país com um dos maiores índices de analfabetismo e
incapacidade de interpretação do mundo), é também o responsável por este
“pré-conceito” eclesial, típico de lideranças religiosas venais e populistas,
para quem a precariedade da Educação é forte aliada dos planos de
enriquecimento e inchamento de seus templos-empresas. Fica evidente que, entre
almas letradas e sábias, o desengajamento ao templo jamais significará falta de
espiritualidade ou mesmo inferioridade discipular, porquanto a consciência das
virtudes anímicas estão presentes e a liberdade do Espírito Santo é a
responsável pelas missões extra ou para-eclesiais. Entre as almas iletradas, a
única idéia assumida é a de desvio da fé ou mesmo não-conversão, tal como
pensam as lideranças de suas igrejas, que se interessam justamente por
multidões que apenas freqüentem templos, conquanto signifiquem opulência de
dízimo$. Isto posto, esta Escola vem tocar neste assunto não apenas por causa
de afiliados e alunos que sofrem este “pré-conceito” na sociedade, mas porque o
tema tem sido e deve ser cada vez mais batido nestas plagas tupiniquins, ou
enquanto durarem as vozes da geração que ainda está viva e única capaz de
trazer a verdade para a juventude e as massas de manobra que interessam aos
pastores de hoje. Acerca do assunto, duas vozes têm se levantado estes dias com
maestria, uma delas associada à EAT, o nosso nobre irmão Arthur Acastro Egg Neto (Tuco), fundador do site "A Trilha".
A outra voz, respondendo à mesma questão em seu site, é a do irmão Eliel
Vieira, e pode ser lida clicando-se NESTE
link. Para nós da EAT, foi o melhor artigo-resumo de resposta aos modernos
crentes, aqueles que esqueceram de botar a palavra IGREJA no lugar da palavra
SÁBADO no versículo Marcos 2,27.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Batistas querem “simplicidade”???
Imaginem vocês que os batistas, tomando como exemplo o
Cristianismo “puro e simples” de CS Lewis (título flagrantemente equivocado e
traduzido em desacordo com o capítulo II deste mesmo livro, chamado ‘A
Invasão’), vêm a público informar que querem simplicidade ao evangelho pregado hoje em dia, como se o atual cristianismo
água-com-açúcar não passasse de um arremedo simplório do livro de Lewis, o
qual, ao contrário, critica a água-com-açúcar e afirma justamente o oposto, a
saber, que o Cristianismo Autêntico
é muito difícil e complicado (II Pe 3,16), e ao ser assim nada mais fez que
refletir com realismo a realidade do próprio Deus, ao contrário daqueles que
andam, segundo Lewis, “inventando religiões simplistas” contra as quais não
podemos competir em simplicidade e apelo barato ao povão. Triste quadro geral
que vemos no cristianismo pós-moderno, que sempre nos surpreende pelos maus
frutos colhidos das incongruências do próprio povo brasileiro, que é
historicamente indolente, enrolador, interesseiro e alienado das coisas de
Deus. O que os batistas deveriam estar buscando era justamente seguir CS Lewis
a risca, ou seja, ensinando o Cristianismo Autêntico em suas igrejas e
pregações, contribuindo para dissipar as trevas de todas as ignorâncias deste
nosso povo, a começar do próprio analfabetismo e da falta do hábito da leitura.
Fica aqui o nosso espanto pela notícia expressa
no título deste post.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Lewis é chamado “Herói da Comunicação na igreja”...
O
site cristão “GOSPEL+” publica, pelo irmão Everson Barbosa, um aspecto da
genialidade de CS Lewis de um modo inusitado, pois eis que ele não teme
qualquer represália por parte das instituições religiosas e vai em frente,
apontando Lewis como o homem que não apenas pode instruir de teologia e
espiritualidade as frágeis igrejas da pós-modernidade, mas também como único
capaz de cumprir à risca o versículo de São Pedro, aquele que nos diz para
darmos resposta a qualquer alma que nos venha perguntar acerca da razão da
esperança que há em nós.
Lewis é colocado como um pregador completo, que não apenas
atende aos questionamentos da erudição, mas também traduz a complexidade do
Plano de Deus para uma linguagem mais capaz de atender ao cristão nominal pouco
instruído. Além de tudo isso, é considerado como um auxiliar indispensável aos
pastores de hoje, que não estão mais alimentando as ovelhas com alimento sólido
e por isso possuem rebanhos fracos e dependentes de cerceamentos drásticos das
lideranças, para não debandarem para outros apriscos de heresias e ensinos de
demônios. Outrossim, o artigo (muito bem pensado) permite entrever, sem medo de
ser feliz, a postura de revolta do autor para com os rumos do cristianismo moderno,
que Lewis chamou de água-com-açúcar. Neste mister, vem se irmanar com a visão
desta Escola no quesito “frequência à uma igreja que alimente e se deixe
alimentar”: o leitor é convidado a ler o artigo do irmão Everson clicando NESTE link. Finalmente, um convite ao irmão Everson será
encaminhado para uma possível filiação dele à nossa Escola, fortalecendo este
pequenino rebanho que dá sustento ao tempo presente e ao qual Deus se alegrou
em dar o seu Reino.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Como educar sem usar a Bíblia?
Uma recente reportagem no Yahoo (veja NESTE
link) tratou da questão daquelas crianças levadas que, após
todas as aparentes “boas soluções” da Pós-modernidade (como a
“educação do diálogo” e a “lei da palmada”), apresentam o
comportamento extremo de DESEJAREM SER CASTIGADAS, ora por zombar dos
pais, ora pela inocuidade dos castigos, ora pela ausência de bons
exemplos de outros lares onde as crianças pintam e bordam e põem
seus pais no bolso. Neste caso, quando as crianças, após todo
diálogo e paciência dos pais, são colocadas de castigo e terminam
por descobrir que este não machuca em nada e, pelo contrário,
permite certa diversificação nas atividades e até uma melhora no
seu ambiente mental (como quando acontece com meninos que são
obrigados a ficar sentados numa cadeira e pegam seu netbook e passam
a brincar com seus joguinhos eletrônicos), o que mais resta para
educar ou mostrar a diferença entre o certo e o errado?
Eis que surge a pergunta irrespondível para a
Pós-modernidade: Como educar sem usar a Bíblia? Ou como criar um
ambiente
respeitoso sem as instruções da Palavra de Deus?.
Ora, o caso tratado na matéria do Yahoo vem bem e
calhar, pois nos remete ao extremo das crianças para quem NENHUMA
instrução tem serventia, e nem mesmo o castigo resolve! E é
justamente para educar este tipo de criança que a Bíblia tem a
instrução salvadora, pois o próprio Deus, em sua santa Palavra,
diz que existem mesmo casos onde “só a dor resolve”, tal
como para muitos adultos também só o sofrimento muda o caráter. CS
Lewis até cunhou uma frase memorável sobre isso, dizendo “o
sofrimento é o megafone de Deus para acordar um mundo surdo”.
Logo, se a criança NÃO OUVE NADA, e teima em se manter na
insensatez contra seus pais, e estes sabem – por experiência
própria com o sofrimento – que mais cedo ou mais tarde o mundo irá
cobrar dela a sua rebeldia com juro e correção monetária, o único
recurso para evitar que O MUNDO lhe dê a lição que faltou em casa
é os pais usarem de força para educar. Ponto. Porém, como
estamos falando para quem acessou nossa Escola, julgamos
desnecessário dizer que “usar da força” é, por um lado,
um ato muito bem pensado e comedido, e jamais pode ultrapassar aquilo
que o corpo de uma criança pode suportar; e, ao mesmo tempo, por
outro lado, é um ato que não pode deixar de fora o sentido da dor,
pois é isso mesmo que ela irá encontrar no mundo se continuar a
desobedecer aos pais e ao bom senso. Finalmente, para não faltar com
o exemplo, um casal amigo de nossa Escola nos disse que educou seus
filhos à base de “maços de jornal enrolados em fita gomada”
(chacoalhados nas pernas, braços ou costas dos filhos quando estes
“pediam pra apanhar”, para bom entendedor), embora soubessem que
a Bíblia menciona “varas” ou “varetas finas” para validar o
sentido da dor na educação dos filhos, pois estes muitas vezes
zombavam dos pais dizendo que “as jornaladas não doem!”. Isto é
um assunto para reflexão séria, pois a violência urbana atual pode
ser um reflexo direto da má educação ou da falta de educação.
sábado, 18 de agosto de 2012
Há muito tempo a Igreja crê em ETs...
Há muito tempo a Igreja antiga crê em ETs e a moderna tenta
negar isso, certamente movida por estranhas alianças no submundo dos interesses
financeiros ou políticos (o leitor pode comprovar isto clicando NESTE
link). Tal negação não consegue, entretanto, abafar a sensação de que algo
está sendo escondido do povo, uma vez que os estranhos sinais da Ufologia estão
chegando aos 4 cantos do mundo, desde que as câmaras fotográficas se
popularizaram, e depois os vídeos e os DVDs. Porquanto a nossa geração tem o
privilégio de conhecer, diretamente, aquilo em que os antigos acreditavam com
tanto fervor, e ainda guardar evidências oculares dos estranhos eventos
estudados pelos ufólogos. Sem analisar a enormidade de fraudes que a tecnologia
moderna de som e imagem agora permite, deve-se discutir a razão pela qual a Igreja
nega tal realidade aos fiéis, uma vez que a própria Bíblia é pródiga em expor a
vida extraterrestre aos olhos do homem moderno, embora com a linguagem típica
da época não-tecnológica onde os fenômeno se deram. Nossa opinião é que a
Igreja, conquanto mantenha agora certo distanciamento dos governos, ainda se
nutre destes para garantir sua sobrevivência enquanto instituição, e por isso
se vê obrigada a silenciar suas pesquisas e achados acerca da vida alienígena,
seguindo a ordem de não gerar pânico no mundo alienado em que vivemos. Pior: a
revelação da vida extraterrestre talvez pudesse se virar contra a própria Santa
Sé, uma vez que muita gente talvez não fosse entender porque a doutrina cristã
é tão “moralista”, enquanto um “deus-astronauta” qualquer supostamente conta
que seu planeta “não precisa de moral nenhuma!” (a rigor não precisa mesmo; só
que o detalhe do “por que não precisa” não é divulgado na Terra, estranhamente,
enquanto noutros planetas o caráter santo de suas criaturas dispensa qualquer “lei”
– ou seja: o detalhe da santificação é omitido drasticamente, e por isso
revelar a verdade pode gerar pânico, ou melhor, revolta, contra a Igreja!).
Durma-se com um barulho desses...
domingo, 12 de agosto de 2012
Sola fide, sola gratia e sola scriptura: Novo livro do prof. JV
Já está disponível na Web o novo livro do Prof. JV, para
conhecimento dos nossos alunos e amigos. O livro trata de uma questão
complicada e polêmica, a saber, “os cinco sola”, ou seja, os cinco lemas básicos da Reforma Protestante, numa visão sem
qualquer proselitismo e sem papas na língua, e, neste sentido, uma obra inédita
e rara, já que só se encontram obras a favor (quando escritas por autores
protestantes) ou contra, quando escritas por católicos romanos. É um texto,
portanto, cuja leitura só pode ser feita com o necessário preparo emocional (e
talvez intelectual) para evitar que um aborrecimento, um mau juízo e sobretudo
um pré-conceito sectário não venha a impedir um conhecimento que se faz mister
numa época de grande confusão doutrinária e religiosa. A Escola de
Aprofundamento Teológico entrega o livro com satisfação, coragem e honra, feliz
por contribuir com a iluminação de um tema até então prejudicado pelas
pertenças de cada leitor a igrejas que têm interesses a zelar, as quais nem
sempre auxiliam na elucidação da verdade. Urge adiantar, por isso mesmo, que
não há ali qualquer proposta de filiação à igreja “x” ou “y”, pelo contrário,
há um esclarecimento necessário para que cada alma se sinta mais segura em sua
decisão eclesial, garantindo uma consolidação para quem já se sentia seguro, e
uma revisão de postura para aqueles que já estavam inseguros da exatidão
doutrinária de sua denominação. Por seu reduzido tamanho “pocket” e por sua
esclarecedora síntese, o livreto poderá ser até um Guia de Consulta Rápida para professores de escolas religiosas ou
evangelistas, por sua facilidade de acesso e consulta. Como tudo o que esta
Escola produz, o livro também está baseado em CS Lewis e a ele presta
homenagens indiretas. Leitura recomendada.
Links de acesso:
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Razões para crer na Ressurreição (Mais um livro na praça com espírito lewisiano)
O pesquisador e escritor José Miguel
Garcia escreveu um extraordinário “livro-relatório”, cujo teor, embora se
apresente como um apanhado histórico-relatorial, traz a grata surpresa de tecer
análises profundas da teologia cristã, sobretudo no que concerne à discussão
dos temas sagrados da Ressurreição e da Vida após a morte. O livro se chama “As
origens Históricas do Cristianismo” e é uma publicação das “Edições
Tenacitas”, de Coimbra, do ano de 2007 (1a Edição), e tem este único
inconveniente de ser escrito no português de Portugal, dada a origem do seu
autor. Todavia, como uma de suas passagens é de importância capital para a fé
cristã em geral, convidamos o leitor a clicar NESTE link para ler um resumo de profunda
sapiência do autor (realizado pelo Pe. Pedro José), fazendo aquilo que chamei
de “CONSOLAÇÕES DA FÉ” e cumprindo obra exponencial do Espírito Santo. Neste
resumo, quem tiver fé vai se sentir extremamente reconfortado em sua visão da
Pátria Celestial, e quem não tiver fé vai “balançar nas bases” para encontrar
algum contra-argumento espúrio ou para engolir a lógica de mudar para melhor.
Quem puder pedir o compêndio via Internet, ou se tiver chance de contatar algum
amigo em Portugal, recomendamos com louvor a leitura desse livro. Caso o leitor
queira se aprofundar no tema da vida após a morte, nossa Escola tem dois livros
próprios em sua biblioteca, e eles podem ser encontrados no Google pelos seus
títulos. O primeiro se chama “O Grande Divórcio do Egocentrismo”, e o segundo é
“Você é um fantasma e não se enxerga”. Boa leitura: o material é farto...
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