Com o nome mais sugestivo dentre todas as bandas nacionais,
o grupo Sagrado
Coração da Terra (clique na figura acima para ver melhor) tem adornado com lindíssimas canções o tão medíocre
cenário da música nacional moderna, e faz calar toda a crítica especializada de
espanto e encanto, para dizer o mínimo. Sem qualquer pudor ou temor de
desagradar a crítica, sobretudo aquela que vem da ignorância da visão protestante,
o Sagrado Coração da Terra vem fazendo ecoar no mundo os mais belos louvores da
Criação e de seu Criador, em composições pra lá de arrojadas e bem elaboradas,
carregadas de todo o vocabulário conceitual da New Age e da World Music. São
melodias de beleza celestial e arranjos de tirar o fôlego, dirigidos por
ninguém menos que Marcos
Viana, autor de músicas cintilantes como as trilhas sonoras de novelas como
‘PANTANAL’ e “Ana Raio e Zé Trovão”. E
no cancioneiro do Grupo destacamos aqui, a guisa de “resumo da ópera”, uma
canção pra lá de profunda, estonteante, inquietante. Para o leitor ter uma
idéia do nosso argumento, numa só canção de pouco mais de 5 minutos, o Sagrado
Coração da Terra conseguiu, com maestria, fazer uma síntese perfeita da História
Terrestre, solar e talvez até cósmica, com base no ditado “quem tem boca vai a
Roma”.
Refiro-me à música “A Leste do Sol, a Oeste da Lua”, cuja letra o leitor
deve conhecer NESTE
link aqui. Assim, não admira o leitor que seu autor, o grande Marcos Viana,
tenha destilado quase tudo o que crê acerca deste mundo perdido e um mundo
perfeito, o qual a canção praticamente nomeia em todos os seus sinônimos (Agartha,
Shamballa, Gaya, Shangrilá, Éden, etc.) e deixa o ouvinte com o coração
palpitante da emoção e do vislumbre de um encontro vivido na chegada da
“Alvorada Eterna”, que CS Lewis mostrou em “The Great Divorce”. Além de tudo
isso, aquela poesia genial expõe toda a sina de crueldade da história humana
sobre Tellus (20.000 anos de guerras!) e ainda a exemplifica com a destruição
da Lemúria e da Atlântida, cidades destruídas pela manipulação inautorizada de
magias divinas, dadas para uso exclusivo pelo Bem dos povos, e usada por
tiranos ávidos de poder (Lewis explicou isso no livro “O
Sobrinho do Mago”). Na letra instigante, ali é dito que com a total falta
de memória da Humanidade decaída, ninguém conheceu as duas cidades tidas como
“lendárias”, uma das quais Lewis usou para explicar como a Magia Verdadeira
apareceu em Tellus.
Enfim, é a canção do momento... Aquela que recomendamos ao
leitor NESTE link,
para seu deleite e noite inspirativa. Boa audição e boa noite.
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